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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Sem citar pedofilia, Corpo Governante defende-se e acusa os apóstatas

Num assunto como este, em que a mídia internacional a toda hora está a tratar, simplesmente não havia a necessidade de citar os apóstatas. Mas o Corpo Governante não achou um jeito de abordar o assunto sem lançar suas habituais acusações contra as ex-tjs. 




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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

No Tribunal: Fessler X Torre de Vigia. Dia 1.

Prefeitura, Filadélfia, Pensilvânia. É neste prédio histórico que
se desenrola este julgamento. 
No Tribunal: Fessler X Torre de Vigia.
Declarações de abertura e moções no julgamento de abuso de menores envolvendo Testemunha de Jeová.
Dia 1.

Veja aqui a introdução a este caso.

O Jurú é formado por 10 pessoas, das quais dois são suplentes: 3 homens brancos, 3 mulheres brancas e 5 mulheres negras.

O primeiro dia começou com os advogados de defesa procurando tirar toda e qualquer arma que tinha a acusação.

1º  - Foi solicitado ao juiz Collins que rejeitasse uma testemunha apresentada pela acusação; ele era um ancião no condado de York, Pensilvânia, e foi classificado pela defesa como testemunha “bombástica”. O Juiz Collins decidiu que a testemunha será ouvida, mas não na fase inicial do julgamento. 

2º - A defesa procurou descartar o depoimento da detetive Lisa Layden sob o argumento de que a palavra dela seria apenas uma “opinião”; mas isso foi negado, a detetive Lisa Layden será ouvida.

3º - A defesa também argumentou que a confissão feita aos anciãos envolvia o segredo do confessionário e, portanto, os anciãos não poderiam levar o caso à polícia pois isso incorria na violação desse compromisso de confidências. O advogado da vítima, Jeffrey Fritz, no entanto, afirmou que os anciãos não honraram o compromisso do confessionário, uma vez que espalharam a confissão para muitos outros anciãos e até para o escritório da filial. O juiz Collins então considerou inválido o argumento do confessionário.

Após uma pausa para almoço, o julgamento recomeça e a palavra é concedida à acusação. Nesta parte introdutória, acrescenta-se um detalhe sobre como aconteceram os abusos que sofrera Stephane Fessler. Segundo se relatou, a Fessler, recém-chegada à adolescência, foi dada a responsabilidade de cuidar da mãe, com problemas mentais, e ainda tinha que se dedicar aos estudos. Nessas circunstâncias, Fessler se aproximou da Sra. Monheim à procura de apoio, e que Monheim então se aproveitou de Fessler para fins sexuais. Também foi relatado que Fessler era virgem até então.

Em seguida a palavra é concedida à defesa. Neste ponto inicial, o advogado do ancião Spring Grove afirma que Fessler, quando procurou os anciãos pela primeira vez, não disse a verdade, não falou que havia sido abusada, e que tudo não passou de uma relação romântica. Além do mais, segundo a defesa, o “relacionamento”, em 2005, havia terminado. Em razão disso, os anciãos não viram necessidade de relatar o caso às autoridades.

O advogado da Torre de Vigia, Sr John MiIler, dentre o pouco que acrescentou, disse que a Torre de Vigia não tem a obrigação de relatar o que os anciãos ouviram e que nem mesmo a Torre de Vigia tinha alguma a coisa que ver com aquele julgamento.

Também faz parte da defesa o advogado da CCJW (Congregação Cristã das Testemunha de Jeová), mas ele não teve participação neste primeiro dia de julgamento.
Aguarde para mais atualizações deste caso.

Fonte: JW Survey.

Atualização em 23-2-2917:

A divulgação deste caso agora continua no blog Pontos de Fé.

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domingo, 5 de fevereiro de 2017

No tribunal: A Torre de Vigia mais uma vez no banco dos réus.

Stephane Fessler, com cerca de 13 anos
Terá início, nos próximos dias, mais um julgamento em que a Torre de Vigia consta como parte acusada. Trata-se do julgamento de um caso de pedofilia, ocorrido nos Estados Unidos, em que envolveu os estados americanos de Maryland e Pensilvânia. A vítima foi Stephanie Fessler, que à época, em 2003 e 2004, tinha idade entre 14 e 16 anos; a Sra Terry Jeanne Monheim, que tinha à época entre 49 e 51 anos, aparece como acusada - juntamente com a Torre de Vigia.

Quando os pais de Fessler tomaram conhecimento dos abusos, notificaram os anciãos de Lancaster, Pensilvânia, a congregação que frequentavam. Eles interrogaram a vítima e notificaram a congregação de Freeland, Maryland, que um de seus membros, a Sra Monheim, estava sendo acusada de abuso. Como resultado de tudo isso, restou à vítima uma surpreendente repreensão particular, e à Sra Monheim sucedeu o mesmo.  Tanto o estado da Pensilvânia, bem como o estado de Maryland possuem leis que exigem que suspeitas de abusos sejam denunciados às autoridades, mas os anciãos de ambas as congregações decidiram se calar. Conforme é exigido pela Torre de Vigia, a filial foi comunicada pelos anciãos a respeito dessa acusação de abusos, mas não orientou o anciãos a fazer a denúncia às autoridades, tornando-se, assim, cúmplice do caso. . 

Em resultado desse silêncio, os abusos continuaram, até que um ano depois foi novamente trazido a atenção dos anciãos. Estes, depois de investigar o caso mais uma vez, decidiram dar uma repreensão pública à vítima. Um anúncio foi dado à congregação. 

 Foi somente em 2011, aos 22 anos, que Fessler conseguiu, ela própria, denunciar o caso às autoridades. Isso resultou na prisão e condenação de Monheim por vários crimes, sendo posta na condicional em seguida. 

Fesseler foi batizada como Testemunha de Jeová aos 10 anos de idade. Ela contou que era feliz como criança, mas os abusos a fizeram desenvolver PTSD grave (estresse pós-traumático). Além disso, passou a ter ansiedade extrema, insônia, flashblacks, pesadelos e múltiplos outros sintomas que a fazia carecer de ajuda profissional. Mas nem mesmo isso os anciãos lhe providenciaram. Adicionado a isso, tinha a pressão causada por ter sofrido uma repreensão pública e desde então ser encarada como "má associação" pelas Testemunhas de sua congregação. 

A respeito do julgamento. A Torre de Vigia é a principal acusada no caso. O advogado de Fessler, Jeffrey  P. Fritz irá demonstrar ao júri que a Torre de Vigia não orientou aos anciãos que denunciasse o caso às autoridades, conforme exigem as leis dos estados de Maryland e Pensilvânia. O júri já foi selecionado e o julgamento está marcado para começar dia 7 de fevereiro, e ocorrerá na Câmara Municipal de Filadélfia, Pensilvânia. 

Esta postagem será atualizada à medida que os desdobramentos deste caso forem noticiados. 

Fonte: Desperta

Veja continuação aqui


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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Abuso sexual entre as TJs foi comparado ao praticado na Igreja Católica

“Precisamos fazer mais para combater o abuso sexual entre as Testemunhas de Jeová”. 

Artigo postado no dia de hoje no jornal The Times, do Reino Unido. 


Kathleen Hallisey é advogada sênior da Bolt Burdon Kemp
“A evidência aponta para um escândalo de abuso sexual na organização das Testemunhas de Jeová em uma escala que pode ser comparável à Igreja Católica, Savila (ver nota) ou a Associação de Futebol, mas eles se recusam a reconhecê-la ou fazer mudanças efetivas em suas políticas de salvaguarda” (Advogada Katherine Hallisey)


A advogada lembra que isso não é novo e relata uma serie de reportagens do programa Panorama (BBC) 2002, que entrevistou diversas vítimas, as quais relataram que, depois de contar seus casos aos anciãos, ele perguntavam apenas se havia uma segunda testemunha.

Depois de afirmar que nada mudou desde então, Hallisey considera que nem tudo está perdido, diz que é preciso que se faça uma investigação independente sobre os casos de abusos sexuais entre as Testemunhas de Jeová, e cita como exemplo o caso da Austrália, que verificou que a organização TJ não responde adequadamente aos casos de abusos sexuais de crianças.

Como disse Hallisey, ‘a religião das Testemunhas não é a primeira e nem será a última a fechar os olhos para com o escândalo de abuso sexual em seu meio, mas denunciando o problema ao governo, e exigindo que todas as organizações, voluntárias e religiosas, denunciem casos de abuso, podemos fazer muito para proteger as crianças’.

Em sua conclusão, Hallisey cita que, em recentes declarações, um representante da Torre de Vigia afirmou que qualquer pessoa que cometa abuso sexual é desassociada, que a organização não desestimula a ninguém de denunciar casos de pedofilia à policia, e que qualquer sugestão de que a organização encobre o abuso infantil é totalmente falsa; também, em declarações recentes, autoridades das Testemunhas disseram que a organização repudia o abuso sexual e que está empenhada para fazer tudo ao alcance para combatê-la.

Kathleen Hallisey é advogada sênior da Bolt Burdon Kemp, especializada em abuso infantil. Ela agiu em nome do reclamante no caso de A v Watchtower [2015] EWHC 1722 (QB), o primeiro e histórico julgamento contra as Testemunhas de Jeová no Reino Unido em razão de abuso sexual


(Nota: Referente a Jimmy Savile e Stuart Hall, ambos apresentadores da corporação BBC, que teriam abusados de cerca de quase uma centena de pessoas, entre adultos e crianças, em um escândalo que abalou o Reino Unido há uns três anos).



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sábado, 10 de dezembro de 2016

Tara foi abusada por um ancião TJ... e agora quer justiça


Tara tinha apenas 4 anos quando seus pais se uniram à religião das Testemunhas de Jeová. Eles eram hippie, e nunca foram religiosos, mas quando as Testemunhas de Jeová os contataram e lhes falaram de que a Terra logo seria um lindo paraíso, eles decidiram que era o que precisavam para dar um belo futuro aos seus filhos.

Tara conta que, depois de ingressar na religião, sua infância foi completamente tolhida pelas muitas regras da religião, que regulamentava os programas que se podiam ver na televisão, as roupas que se podia usar, o estilo de cabelo, o uso de barba. Ela também fala das frequentes seções de estudos para as três reuniões semanais (agora são apenas duas), bem como sobre o costume de estudar a Bíblia tido dia, logo cedo, pela manhã, e sempre orar antes das refeições.

Então quando tinha 8 anos,  com a permissão de seus pais, Tara foi dormir na casa de um amigo da família, que era o ancião presidente da congregação. Ele era casado e também tinha uma filha um pouco mais velha que ela. Segundo Tara, ele parecia usar sua filha para atrair outras crianças a sua casa. E foi numa noite dessas, que este ancião abusou de Sara, além de ordenar sua filha que também a tocasse na vagina.

Depois do ocorrido, Sara foi proibida de contar a seus pais qualquer coisa, pois se contasse, toda a família seria punida com a desassociação e ninguém da congregação poderia falar com eles. Tara teve medo dessas consequências, além de presumir que ninguém acreditaria nela se contasse.

Tara conta ainda que era uma criança feliz antes disso, e nem  era muito tímida. Depois disso, passou a ter medo de dormir sozinha e a fazer xixi na cama. Tanto tinha medo que sua mãe precisava deixar o cão dormir com ela. Somente assim, Tara se sentia segura.

Foi somente cinco anos depois, quando tinha 13 anos, que Sara contou o caso a sua mãe e a seu irmão. Os anciãos foram então informados, e formou-se uma comissão para examinar o caso. Sara foi ouvida, mas os anciãos queriam  pelo menos uma testemunha para confirmar a história de Tara, e ela não tinha nenhuma. Os anciãos então concluíram que ela não era uma testemunha crível e foi considerada mentirosa.

Aos 23 anos, Tara levou seu caso à polícia, mas a investigação não encontrou elementos suficientes para formular uma acusação.


A história de Tara foi ouvida recentemente pela Comissão Real Australiana, que constatou na semana passada que as Testemunhas de Jeová recorrem a uma regra de 2000 mil anos para lidar com casos de pedofilia, e foi justamente essa regra que possibilitou a que o abusador de Tara escapasse da justiça. 

Fonte: jornal australiano. 





Atualmente, já aos 34 anos, Tara ainda precisa dormir com seu cão para se sentir segura, tem pesadelos e acordo no meio da noite com crise de choro.


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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

(Espanha) Carta aberta ao Corpo Governante

Vítimas de Pedofilia na Espanha enviam carta aberta ao Corpo Governante das Testemunhas de Jeová. 

Barcelona, 30 de Novembro de 2016.

Carta aberta ao Conselho Nacional das Testemunhas de Jeová e ao Corpo Governante eclesiástico da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados da Pensilvânia, com cópia ao porta-voz das Testemunhas de Jeová na Espanha. 

Vítimas de abuso sexual dentro das congregações das Testemunhas de Jeová foram silenciadas, para a nossa tristeza, pelas orientações emitidas pela STV, em especial impostas a partir do Escritório de Brooklyn (Nova York). 

Como disse uma criança de oito anos de idade, vítima de abuso, "Se você contar, você vai ficar sem o paraíso". 
Eles roubaram o paraíso de nossa infância e durante décadas temos sofrido em silêncio agressões e dor.

Os senhores emitiram decisões que violam os direitos fundamentais das crianças, normas redigidas por membros anônimos de uma Sociedade que têm condicionado a que milhões de pessoas pratiquem uma religião com raízes no adventismo e creiam em uma série de profecias milenares, propagadas a partir de um império editorial transformado em um grande complexo econômico e em nome de um deus estranho à prática contidiana e simples do cristianismo. 

Quem são os responsáveis por estas normas internas que têm afetado dezenas de milhares de crianças nas congregações das Testemunhas de Jeová, administradas diretamente pela STV?

Vítimas de abuso infantil dentro das congregações das Testemunhas de Jeová: 

É preciso apagar a nossa dor mediante:
=> reparação de danos e promoção da justiça; 
=> pedido público de perdão às vítimas; 
=> entrega de todas as informações armazenadas em envelopes e arquivos clandestinos;
=> mudança de seus protocolos secretos; 
=> respeito a todos os direitos humanos, sem promoção de fobias às minorias internas ou regras que destroem famílias; 
Defendemos a liberdade de religião, mas a primeira liberdade é o direito da criança de ser protegida na sociedade ou no culto praticado por seus pais.

A história da Torre de Vigia e seu culto "Testemunhas de Jeová" são uma coleção de proibições que são mutantes: 
 Proibição de vacinas
 Transfusões de sangue, 
 Serviço civil alternativo fora uma vez proibido
 Regras impostas em tribunais secretos para silenciar as vítimas dentro das congregações. 

Os senhores emitiram decisões que têm arruinado a vida de dezenas de milhares de vítimas de abuso infantil. Têm por isso um mínimo de consciência? Logram impor vossa particular jurisprudência, não só aos membros, mas também exortam a seus colaboradores em todos os escritórios da filiais, por todo o mundo, que repitam qual montra os vossos deficientes regulamentos, que atentam contra os direitos humanos, e orientam aos anciãos que executem essas normas secretas ante graves casos criminais? 

As demandas judiciais que começam nos EUA continuarão por toda a Europa, o nosso compromisso é a defesa dos direitos das crianças, e faremos uso de todas as instâncias e meios de comunicação; nada vai nos parar em nosso compromisso pessoal para conseguir, sem ódio ou rancor: reparação e justiça para todas as vítimas de pedofilia no culto da Torre de Vigia.

A Torre de Vigia continua acumulando sentenças condenatórias, ao passo que tem entrado em acordos extrajudiciais com vítimas para evitar mais ações judiciais nos tribunais, mas a sociedade do século XXI não vai tolerar suas fobias em relação às minorias, ou as suas regras internas.

Que o seu Deus Jeová julgue-os como merecem, mas que a justiça secular intervenha para punir os predadores de crianças. A prática do cristianismo é incompatível com as normas que têm feito muito dano a dezenas de milhares de crianças.

Enquanto isso, nossa plataforma de ajuda a vítimas usará de todos os meios para garantir que todas as vítimas de abuso na Espanha recebem solidariedade e apoio.


Barcelona (Espanha), Novembro de 2016.

Fonte: Fórum ex-tj de língua espanhola. 

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domingo, 11 de setembro de 2016

Testemunha de Jeová abusava há 8 meses de menina de 9 anos

No dia 22 de agosto passado, Javier Sánchez Gil, da Colômbia, foi conduzido até a delegacia de sua cidade, onde lhe foi apresentado a acusação de que ele estava abusando de uma menina de 9 anos, que era sua vizinha. 

Os pais da menor desenvolveram amizade com seus vizinhos, que são Testemunhas de Jeová, e desde há algum tempo vinham deixando a menina com essa família enquanto iam trabalhar. Em um dia de junho, quando chegou do trabalho, a mãe foi à casa de Javier buscar a sua filha, mas foi informada por ele que ela não se encontrava por lá, o que lhe pareceu muito estranho. Algum tempo depois, ao lavar a roupa íntima de sua filha, a mãe encontrou manchas de sangue, e teve assim a certeza de que sua filha estava sendo abusada por Javier. Logo correu a contar aos anciãos e eles lhe teriam dito que já sabiam, pois Javier se antecipara e contara a eles. Em seguida a mãe levou o caso às autoridades, quando então, ao ouvirem a menor, ficou-se a saber que os abusos já ocorriam desde janeiro deste ano, e que, possivelmente, há pelo menos uma segunda vítima de Javier. Na delegacia, Javier não aceitou as acusações, mas ainda assim foi encaminhado para a prisão. As investigações continuam. 



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domingo, 14 de agosto de 2016

Charity Comission


(postagem a ser atualizada sempre que necessário)

Charity Comission foi criada em maio de 2014 pelo governo da Inglaterra para investigar a filial da Torre de Vigia naquele país. Depois de ter vindo a público que os anciãos da congregação New Moston (foto à esquerda) fizeram a acareação de um pedófilo com suas vítimas (já adultas), permitindo-lhe fazer perguntas a elas, o governo viu a necessidade de investigar como a filial da Torre de Vigia cuida dos casos de pedofilia em seu meio.


A Torre de Vigia, no entanto, se recusou a se submeter à investigação, uma vez que isso exigia que ela entregasse informações e documentos à comissão.  Para barrar a investigação, ela recorreu a instâncias superiores, perdendo em todas, inclusive na Suprema Corte, no mês passado. Agora a Charity Comissão (ou “Comissão de Caridade”, em razão de a Torre de Vigia estar registrada naquele país como instituição de caridade) terá poderes absolutos para seguir com a investigação. 

Atualização em 3-9-2016:

Confirmação de que a Torre de Vigia está registrada no Reino Unido como uma instituição de caridade.

Número de registro: 1077961;

Site para consulta:   clique aqui